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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

J.K. Rowling é processada por plágio

Depois de uma semana de muita folia, pulo, cerveja e Carnaval, a quaresma começou. Enquanto a maioria estava curtindo, as notícias não pararam e as melhores estão aqui para quem não acompanhou o Mundo dos Livros durante o Carnaval.

J. K. Rowling é processada por plágio



Mais uma vez a escritora de Harry Potter, a série mais vendida nos anos 00, está sendo processada por plágio. Os herdeiros do escritor britânico Adrian Jacobs processam J.K. Rowling por copiar o livro
Willy, the Wizard em Harry Potter e o Cálice de Fogo.

O advogados dos herdeiros do escritor, que moram na Austrália, diz que o caso deve pagar meio bilhão de dólares. Rowling disse que nunca ouviu falar do escritor, nem leu o livro. Essa não é a primeira vez que a autora mais rica do mundo é processada por plágio. Desde o sucesso de Harry Potter, vários escritores acusaram a criadora, mas ela venceu todos os processos até hoje.

Trilogia Fundação será gravada em 3D



A trilogia mais famosa da ficção científica deve ser gravada em 3D, com a mesma tecnologia de Avatar. Quem deu a notícia foi o diretor Roland Emmerich, responsável pelos filmes,
O dia depois de amanhã e 2012.

A obra que Asimov começou a escrever aos 21 anos se passa em um futuro distante, quando a humanidade habita vários planetas e o Império que os mantém juntos começa a decair. Um grupo de matemáticos e engenheiros cria uma fundação que será responsável por reconstruir a unidade galáxia uma vez que o Império deixar de existir. A história se passa em vários planetas, naves e milhares de anos.

Stephenie Meyer lança cadernos da saga Crepúsculo

A editora americana Little Brown acabou de lançar no Brasil os cadernos da saga Crepúsculo. Ideal para dar de presente, são quatro pequenos cadernos quase em branco, com frases e passagens escolhidas por Stephenie Meyer para inspirar o jovem escritor e fã de Crepúsculo.

São quatro cadernos, cada um com a capa de cada livro, que vem dentro de uma lata com desenhos florais brancos no fundo preto. Custam R$ 60,00 e já estão à venda nas livrarias brasileiras.

terça-feira, 3 de março de 2009

Novas leis da robótica

Na revista Galileu desse mês saiu uma matéria que tem tudo a ver com Ficção Científica. Tem tanto a ver com o tema que mais parecia ficção do que jornalismo. A matéria é sobre Noel Sharkey, da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, que está causando uma movimentação mundial na área de automação.

Copiando um parágrafo da matéria: "Desde a virada do século, as vendas de robôs de serviço pessoal e profissional têm crescido e devem atingir um número total de 5,5 milhões em 2008", diz Sharkey. "Esse número, que facilmente supera os cerca de 1 milhão de robôs industriais operacionais no planeta, deve subir para 11,5 milhões até 2011." Entre esses robôs de serviço, muitos já estão sendo usados para ajudar a cuidar de crianças e idosos. "Na área de cuidados pessoais, companhias japonesas e sul-coreanas desenvolveram robôs que monitoram crianças e têm recursos para jogar videogame, conduzir jogos de quiz verbais, reconhecimento de voz, de face e conversação", diz.



Devido ao inegável aumento de robôs da vida dos seres humanos, tanto domesticamente quanto em guerras, Sharkey exige que leis da robótica similares às que Issac Asimov escreveu sejam implementadas em todos os robôs, de forma a controlar suas ações.

Porém as leis de Sharkey não são tão pacíficas quanto às de Asimov. Enquanto Asimov impede todo e qualquer mal a seres humanos com suas três leis, Sharkey assume que fazemos robôs para a guerra e permite que um robô mate um ser humano, mas o impede de causar mal psicológico...

É o protofuturo nos alcançando. Por incrível que pareça somos nós, e não Asimov, quem está vivendo o momento de decisão da diretriz da robótica. E a gente quase que não fica sabendo...


Quais das duas propostas você acha que deveria ser aplicada?

Leis de Sharkey:

Primeira Lei: um robô não pode cumprir ordens que acarretem em potenciais malefícios psicológicos para algum ser humano.
Segunda Lei: em caso de combate, um robô não pode decidir por si só que humanos devem ser atacados.

Três leis da robótica, de Issac Asimov:

Primeira Lei: um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano seja ferido.
Segunda Lei:
um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, exceto quando elas conflitam com a Primeira Lei.
Terceira Lei:
um robô precisa proteger sua própria existência, contanto que ela não conflite com a Primeira ou a Segunda leis.

Para se distrair enquanto pensa no assunto: Conto de Walter M. Miller Jr. "Fui eu que fiz você"